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[spoiler] O empreendedorismo por trás de o Homem de Ferro

Dentro das telas cinematográficas, Tony Stark ganhou destaque como o Super Herói Homem de Ferro, um dos maiores legados do extraordinário Mundo Marvel. O galã de meia idade que conquistou diversos corações, fora de sua armadura de ferro, também é um empresário bem sucedido na área de Tecnologia e durante toda a trama nos dá bons exemplos de autoconhecimento e empreendedorismo.

A capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos e negócios com inovação que Stark tem de sobra, não é suficiente. A certeza de onde está e quem queria tornar-se, levou-o ao sucesso. Tomemos como exemplo seu personagem nos primeiros filmes da franquia: o playboy bilionário em sua zona de conforto, representado em uma figura pouco sociável e cheia de defeitos. O negócio da família era a base da tecnologia armamentista e, ao longo de sua jornada de herói, descobriu-se em conflito com isso, já que sua própria empresa causava grande impacto negativo na sociedade. Decidiu então, reestruturar toda a organização, que já não fazia mais sentido para ele.  

E como ele fez isso? Identificando e aprofundando-se em seu ponto forte, a tecnologia; driblando seu ponto fraco, que seria a falta de experiência nesse novo mercado;  e abraçando a oportunidade de ser inovador na indústria de energia renovável. Além de sobreviver, literalmente, a grave ameaças ao seu patrimônio e a sua vida – risos, mas com respeito – como podemos afirmar em seu sequestro no primeiro filme. Descobriu sua grande força de resiliência e empatia, quando, na caverna, onde estava em cativeiro, foi obrigado a produzir com poucos recursos, muita inteligência e persistência. Sob estas condições criou o reator que o manteria vivo e a Mark 1, sua primeira armadura que o ajudou a fugir do local e tentar salvar a vida de seu companheiro de cela.

Mesmo que seu contexto envolva uma estrutura e um patrimônio imperioso, o que podemos tirar de aprendizado não é, necessariamente, a reestruturação deste império, mas sim a reflexão que ele fez sobre quem era, quem desejava ser e quais eram seus pontos fortes e fracos que o permitiram chegar onde queria. Foi seu autoconhecimento e evolução pessoal que fez dele um empreendedor de sucesso, porque para criar e gerir uma empresa, é necessário sair de um ponto e chegar em outro mais elevado. É preciso sempre estar evoluindo em termos de conhecimento, habilidades e atitudes.

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